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ISSN 1518-2541 Hélade 2 (1), 2001: 02-08 Sumissão: Nov/2000; Aceitação: Mar/2001 André
da Silva Bueno
Professor de História Antiga do Extremo Oriente - Mestrando na Universidade Federal Fluminense e-mail: abueno@esquadro.com.br
ORGIAS SAGRADAS EM LUGARES-SANTOS NA CHINA ANTIGA
Apresentação
As sociedades do
Extremo Oriente possuem abordagens interessantes sobre as questões concernentes
à sexualidade e ao relacionamento social. Dentro desta perspectiva, buscarei
analisar na Antigüidade chinesa como se manifestava o papel da orgia no
desenvolvimento das interações sociais, em período anterior porém ao século
VIII A.C., quando essas relações já se encontram significativamente reguladas
em determinados padrões cuja estruturação será devidamente estudada. Assim
sendo, este artigo escapa um pouco das conceituações clássicas posteriores
mais conhecidas através das escolas taoístas, mas meu objetivo é justamente
é esse: apresentar as questão do sexo em sua forma rudimentar e supostamente
mais próxima de sua prática primitiva.
A sexualidade na cultura chinesa antiga é portadora
de um caráter singular, e aparece igualmente inserida na estrutura ritualística
que permeia o desenvolvimento dessa civilização.(1)
No decorrer da sacralização dos atos e práticas em
rituais ao longo da evolução histórica das representações (2)
típicas dessa cultura, os mecanismos antes
destinados à funções técnicas ou resultantes de hábitos são fixados sob um
formato mecanicista e embutidos no contexto mítico-religioso que abrangia o
desenvolvimento das ciências, da ideologia e da sociedade.(3)
Por conseguinte, a idéia de que a execução dos
ritos era indispensável à reprodução social e necessária à sua sobrevivência
(4) fez com que o enquadramento do sexo neste contexto
fosse uma inserção natural e pouco conflitante, tendo sido fundamentada
originariamente, como foi dito antes, nas aspirações básicas da população. O
sexo, donde aparece nas fontes chinesas e nos trabalhos antropológicos (5)
já seria regulado em períodos próximos (mas numa datação muito
escorregadia) do século VIII A.C., mas a fixação escrita dessas regras teria
sido realizada em épocas posteriores, onde já se haviam inserido alguns de
seus valores ritualísticos. (6)
O estudo da estrutura das comunidades rurais nesses mesmos períodos pressupõe,
porém, que muitas de suas práticas originais ainda se realizavam, donde provém
a possibilidade de acompanharmos sua possível evolução histórica.
(1a parte do CVC,
vol.1) 02 |
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Hélade 2 (1), 2001: 02-08 Em função de sua limitada realidade
produtiva, a fome e as doenças eram uma constante na vida das aldeias. Existiam
ainda os problemas ligados ao restrito perímetro murado dessas comunidades (7) e a disponibilidade de seus campos produtivos. Desta
forma, era proibitivo o descontrole da natalidade, e impôs-se, assim, uma
extrema divisão entre os sexos (a prática do infanticídio não parecia ser
uma constante nessa época).
Essa divisão inicialmente não abrangia as
atividades produtivas, pois todos aparentemente executavam os mesmos trabalhos.
No entanto, certas especificidades relativas ao convívio e a necessidade de
aumentar a produção, aliadas à fixação ritual das relações de aproximação
terminaram por redefinir assim o papel dos sexos na execução da produção.
O mito aplicado à separação dos sexos é por
demais interessante e belo: as constelações do céu, ao qual os chineses
atribuíam o nome de “vaqueiro” e “tecelã” eram separados pelo “rio
celeste”, a via Láctea (GRANET, 1979, vol.1: 260). Durante o ano, porém,
existia um momento propício, a noite, em que ambos podiam transpor o mesmo e se
encontrar. Esse era o momento das uniões. Esta união é sagrada: ela
representa o renascimento das forças produtivas, quando o homem, que ara a
terra, recebe a semente da mulher, que é o ser fecundo. Logo, se a separação
é necessária, o encontro é abençoado. Estudemos melhor essa separação sexual: ela era por
demais asfixiante, restringindo ao máximo o matrimônio e as relações
ocasionais (GRANET, 1979,
vol.1: 271 e também cap. In VSC).
Era proibido o casamento entre gente da mesma família e também da mesma
aldeia, possivelmente uma forma de aliviar a pressão populacional. Também
contavam diferenças entre posses (embora não fossem as mais restritivas) e até
mesmo operacionais (envolvendo a profissão ou habilidades dos cônjuges). A
caracterização dessas restrições, ao meu ver, é bastante clara: elas
tentavam elevar ao máximo as possibilidades produtivas do casal, em todos os
sentidos, tendo em vista que os mesmo habitariam uma comunidade à princípio
limitada em recursos. Ao longo do ano, o trabalho demandava a concentração e a separação. No entanto, com a chegada de duas estações em especial, muita modificações se operavam no seio da sociedade.(GRANET, 1979, vol.1: 272).
Eram a Primavera e o Outono. Na Primavera o campo
floresce, a temperatura esquenta e a natureza se enche de vida. É o período
produtivo dos homens. Já o Outono pressente a chegada do Inverno, é o momento
das tecelãs, das flores vivas ao chão, é a chegada da energia Yin, enfim; a
época das mulheres. Daí, alguns autores chineses acreditavam que existia uma
atração natural e recíproca entre os sexos nesse dois momentos: Na Primavera,
o feminino buscava o masculino, e no Outono acontecia o contrário.(GRANET, 1979:
273). (8)
Aproximava-se o momento do ritual orgiástico: as famílias
buscavam afirmar seus laços solidários desafogando suas tensões acumuladas ao
longo de um ano de labor. Era um mecanismo eficiente para aliviar os impulsos
sexuais e, ao mesmo tempo, fortalecia as relações pessoais através da liberação
dos contatos sociais e afetivos em conversas, jogos, bebedeiras e finalmente na
orgia.
(9)
Esse momento de união (GRANET, 1979,
vol.1: 280) era precedido de grandes
preparativos que incluíam a distribuição das bebidas (preparadas e guardadas
durante os períodos de trabalho) e de pratos leves e estimulantes. 03 |
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Hélade 2 (1), 2001: 02-08 As orgias começavam com disputas e danças:
grupos de homens e mulheres se formavam, e iniciavam justas de poemas, cantos,
jogos e desafios. Em geral, esses desafios e cantos sedutores envolviam a
escolha dos parceiros, a entrega de presentes, a representação erótica dos
desejos contidos (GRANET, 1979,
vol.1: 279 e também cap. In CMR).
Tais práticas tinham por fim excitar, atrair e conquistar, mas eram também o
momento de demonstração de simpatias contidas, afetos desinteressados e
conversas frívolas e agradáveis, alternando-se com as horas de “confronto”
entre aos grupos ao longo do dia.
Quase toda a aldeia entregava-se à este processo. As
famílias se integravam, fortalecendo sua noção coletiva de aldeia. Com a
aproximação da noite, o afloramento dos instintos sexuais está no ar, e
contamina-o. Faz-se a fogueira, começam as danças. Embaladas por tambores e
vinho de arroz, executam-se movimentos eróticos, marciais, animalescos e
rituais (GRANET, 1979,
vol.1: 268). Alguns incorporam espíritos, entram em êxtase. Os grupos estavam cada
vez mais tensos, e pelo olhar muito pares já haviam se encontrado e se
aproximavam. É quando se apagam os achortes e a fogueira; começam as danças
de luta (GRANET, 1979,
vol.2: 27), onde os grupos de homens se
atracam com as mulheres e tentam rasgar-lhe as roupas. Essas reagem com vigor,
buscam ser dominadas. Pares correm uns atrás dos outros: é a hora dos
encontros; É o momento do Lugar-santo. O
Lugar Sant
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Hélade 2 (1), 2001: 02-08 Daí, o “lugar santo” torna-se um
ponto de encontro desejado, e suas dimensões ganham novos contornos. O rio, por
exemplo, passou a ser também considerado um “lugar santo”: ele era fonte de
vida, e um rio afasta o “vaqueiro” da “tecelã”. Virgens não podem
atravessar os cursos, pois se acreditava que elas pudessem ser fecundadas por
espíritos quando entravam na água (GRANET, 1979,
vol.1: 291). Provavelmente isso se devia
ao fato do arrepio provocado pela temperatura da mesma ser encarado com uma
forma de orgasmo, semelhante ao do sexo, e motivada pela entrada do espírito
pela vagina em contato com o fluído. Essas conotações expansivas da definição do
“lugar santo” vão aos poucos perdendo seu sentido original e cederam espaço
a evolução gradual dos perímetros urbanos. Tornam-se, com o crescimento das
aldeias, um espaço de culto e rito e seu caráter orgiástico dilui-se em meio
a reformulação das relações pessoais existentes na cultura urbana. Os grupos
organizados em meio as orgias tornam-se, também, pelos próprios laços
afetivos formados, em confrarias ou corporações cuja força preponderantemente
masculina redefine o papel das festas, tornando-as mais superficiais e menos
integradoras. A mudança dessas concepções transfere o poder do “lugar
santo” ao espaço dos templos e sua representatividade liga-se fortuitamente a
idéia de espaço fecundo ou de terra natal (de origem).
Os desdobramentos dessas mudanças são muitos: supõe-se
que tais processos, notados ao longo do século VIII a.C., construíram dentro
da sociedade chinesa uma nova e alternativa concepção sobre os relacionamentos
sexuais e afetivos. A espontaneidade típica das orgias e até certo ponto
existente nas relações matrimoniais (ao menos no que tocava à possibilidade
de escolha ou recusa do parceiro, definida entre todas as outras regras antes
citadas) foi substituída por uma rigidez cientificista que tratou de adaptar
todas as condições reguladoras das antigas formas de matrimônio ao contexto
das relações urbanas.
Disso resultou que os arranjos antes monogâmicos e
produtivos típicos das comunidades rurais foram substituídos por relações de
cunho material ou estético, sendo as parcerias definidas por interesses
masculinos. O concubinato também se tornou uma prática alternativa às antigas
orgias. Desenvolveu-se igualmente, no contexto da ritualização (10) dessa prática sexual, a inserção dos elementos míticos da cultura e sua análise à luz do arcabouço científico das classes letradas. O aparecimento de compêndios sobre técnicas amorosas e tratados taoístas (11) são a manifestação plena dessa absorção: são manuais onde em geral um dos primeiros soberanos, Huang di, ou Imperador Amarelo, ao longo de inúmeras relações sexuais, descreve variadas posições, métodos de sedução, propriedades terapêuticas, magias e o papel dos sexos. Estes livros, de datação incerta, foram agrupados em um tratado posterior, nomeado Fang Chung Shu, que com certeza concentrava as reminiscências orgiásticas do pensamento chinês, tentando traduzir em texto uma experiência comunitária de integração incompatível com a realidade das grandes cidades surgidas no conturbado período dos séculos VII- III A.C. 05 |
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Hélade 2 (1), 2001: 02-08
Conclusão
A mudança dos complexos urbanos, com seu crescimento
e o aumento de suas esferas de influência, indicaram uma modificação gradual
e substancial na redefinição dos papéis delegados às orgias e aos “lugares
santos”, inserindo-os numa cultura de alto nível que, posteriormente,
divulgaria (ou mesmo, imporia) seus pontos de vista “sagrados” às classes
dominadas.
É bem difícil observar o alcance dessas transformações:
a estrutura cultural da civilização chinesa tem por uma de suas marcas
fundamentais uma extrema rigidez de funcionamento, delimitada pela questão
ritual que se encarregava de fixar e manter os modelos de reprodução da
sociedade. Daí, podemos crer que tais processos encontraram de fato uma
repercussão junto a essa mesma sociedade dado que, provavelmente, as
alternativas por eles apresentadas demonstraram-se adequadas as suas problemáticas
crescentes, encontrando um contexto propício para sua inserção e aceitando
(se não mesmo, tendo como base) a análise da estrutura pensante já
estabelecida (ritual-religiosa).
Devemos acreditar, no entanto, que o alcance das
modificações aqui descritas abrangia uma parcela da civilização da China
Antiga cuja participação no contexto geral de sua evolução política e econômica
era bastante razoável. Mas a instabilidade de algumas dinastias e a própria
extensão da territorialidade chinesa se encarregou de deixar uma parcela dessas
comunidades integradas aos seus antigos costumes, aos quais a efetivação da
participação em um contexto maior não afetou fortemente a perpetuação de
suas práticas e tradições, legando-lhes concepções singulares sobre o
“seu” sagrado, e sobre o que entendiam ser o sexo e o amor.
Fontes Primárias: HUANG DI (atribuído à) Nei Jing. Rio de Janeiro: Domínio Público, 1991 . (por HEILMANN,W) Fang Chung Shu. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997 LEGGE, J. Shi Jing. Oxford, 1879 in www.historiaoriental.cjb.net LEGGE, J. Shu Jing. Oxford, 1879 in www.historiaoriental.cjb.net WILHELM, R. I Ching. SP: Pensamento, 1988
Secundárias: BOZAN, J. & OUTROS A concise history of China. Beijing: Foreing Languages Press, 1981 CHING, S.C. & WEI, L. S. China – Lendas e Mitos. SP: Kempf, 1984 Coletânea. Mitologias Chinesas. SP: Landy, 2000 FRANKE, H. & TRAUZETEL, R. El Imperio chino. Madrid: siglo veintiuno, 1989 GERNET, J. O mundo chinês. Lisboa: Cosmos, 1979 MONTENEGRO, A. Historia de la China Antigua. Madrid: Istmo, 1974 PALMER, M. & XIAOMIN, Z. Chinese Mythology. London: Thorsons, 1997
BibliografiaGRANET, M.
A Civilização Chinesa. Rio de Janeiro: Otto Pierre, 1979, 2
volumes 06 |
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Hélade 2 (1), 2001: 02-08 ________. O Pensamento Chinês: Lisboa: Contraponto, 1997 ________.
Categories Matrimonielles et Relations du Proximite dans la Chine
Ancienne.
Paris: Alca, 1939. GULIK. R.V. Vie
sexuelle dans la Chine Ancienne. Paris: BIH, 1971 GROUSSET,
René. Histoire de la Chine Paris: Fayard, 1942 MASPERO, Henri; La
Chine Antique Paris: Press Univer. de France, 1965 MING, Kou-Houng; L'espirit
de Peuple Chinoise. Paris: ed. Stock, 1927 PALMER, M. Elementos
do Taoísmo. São Paulo: Ediouro, 1998
Notas Para facilitar a leitura de certas notas, utilizarei a abreviatura CVC para o livro Civilização Chinesa, CMR para Categories matrimonielles et relations du proximité dans la Chine Ancienne, ambos de GRANET, e VSC para Vie Sexuelle dans la Chine Ancienne, de GULIK (N.A.) 1 - Entendemos aqui ritual na definição Funcionalista de W. R. Smith (1889), ao qual o rito corresponde fundamentalmente a reprodução social do conhecimento originário de uma necessidade prática e fixada sob forma de ato (do texto Rito, Enciclopédia Einaudi. Lisboa: Imprensa Nacional, 1994, vol.30, p.328).
2 - Refiro-me a noção de representação apresentada por CHARTIER, no livro História Cultural - entre práticas e representações Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, s/d, p.17. Representação, aqui entendida, como compreensão dos fundamentos, usos e leituras de um símbolo, ao qual, na cultura chinesa, em geral congrega significados únicos empregados de formas variadas segundo o contexto, classe ou objetivo.
3 - Esta proposição é defendida por GRANET no livro Pensamento Chinês, cit. Biblio. Ele considera que os fundamentos estatizantes da estrutura cultural chinesa estavam imersos em definições científicas e lógicas que não distinguiam diretamente técnica, religião ou costume, que possuindo relativa eficácia, e, que fixados sob forma de ritual, dificilmente eram modificados sem que houvesse uma nova e realmente definitiva problemática.
4 - “A idéia de que o Príncipe, apenas pelo cumprimento dos ritos, consegue governar os costumes e policiar o mundo corresponde a um ideal que, sem dúvida, não é uma invenção recente” CVC, p.229 vol.1 07 |
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Hélade 2 (1), 2001: 02-08 5 - Para compreender melhor esta questão, ler CMR e VSC
6 - As
primeira referências aparecem no Shu
Jing (ou Chou Ki), de Kung Tzi, ou Confúcio, citado na primeira parte
do CVC
e também em CMR e VSC
. Existem também algumas referências nos tratados taoístas e no antigo livro
de medicina, o Nei Jing. É possível que nessa mesma época os livros contidos
no Fang
Chung Shu (citado à frente) já fossem razoavelmente difundidos, tais
como o Tratado do portão da moça misteriosa, entre outros. Outro
livro que podemos analisar neste contexto é o I
Jing (I Ching) ou Livro das Mutações, organizado em 64 hexagramas
formados pelos tradicionais Guás (trigramas que funcionam como representação
das energias) onde alguns se referem, seja de forma oracular ou idealística, as
formas de casamentos e relação existentes. A redação desse livro, de data
incerta, foi atribuída ao rei Wen e ao Duque Zhou, da Dinastia Zhou.
7 - Para compreender melhor esta questão, ler meu artigo relacionado: BUENO, André As Cidades Na China Antiga, Rio de Janeiro, 1999.
8 - CVC, p.273 vol.1. Para saber mais sobre os ritmos de energia, consultar o Nei Jing, 1ª parte.
9 - Confúcio, de fato, parece Ter sido um dos poucos filósofos a serem compreensivos com a questão dos rituais orgiásticos. Ele cita ao príncipe, a partir do Shu Jing (Chou Ki): “depois de cem dias de fadiga (...) conceda-lhes apenas um de prazer” apud in CVC, p.259
10
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Ou seja, o conceito de que o sexo e as relações matrimoniais, sendo
modificadas e aceitas de forma diferenciada no contexto urbano, são
ritualizados, sacralizados e aceitos. Essa idéia pode ser melhor avaliada a
partir de CMR
e VSC
11 - Existe uma versão do Fang Chung Shu. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997 Trata-se de um manual, escrito em período posterior, mas aproveitável em nosso trabalho por suas informações interessantes sobre os pontos de vista chineses a respeito de sexo e relacionamento, que agrupa variados extratos dos tratados antigos sobre o assunto. Copyright © 2001 Todos os direitos reservados a André da Silva Bueno. 08 |